Inspeção e manutenção de tirolesas, arvorismo e parques de aventura
Inspeção técnica periódica, plano de manutenção e laudo com ART, para que a sua estrutura opere com segurança e com evidências para a auditoria.
Por que inspecionar com engenheiro
Cabos, ancoragens, plataformas, postes e equipamentos sofrem desgaste, corrosão e esforços variáveis. A inspeção técnica periódica identifica problemas antes que virem acidentes e gera o registro que o Sistema de Gestão da Segurança (ABNT NBR ISO 21101) exige como evidência.
O que fazemos
- Inspeção técnica de tirolesas, circuitos de arvorismo, pontes, torres, plataformas, ancoragens e cabos de aço.
- Inspeção de equipamentos de proteção individual e de operação: cadeirinhas, conectores, polias, capacetes e cordas.
- Plano de manutenção preventiva, com periodicidade, responsáveis e registros.
- Laudo técnico com ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).
- Treinamento da equipe para a inspeção pré-uso diária.
Ferramentas gratuitas
Use o checklist de inspeção de equipamentos no dia a dia e veja o projeto de parques de aventura que desenvolvemos.
Como funciona a inspeção
A inspeção é feita no local por engenheiro registrado no CREA, com experiência em turismo de aventura e em auditorias ABNT. O objetivo é confirmar que estruturas, cabos e equipamentos estão em condição segura de uso e que a manutenção está documentada, como exigem as normas técnicas e o sistema de gestão da segurança.
- Levantamento documental: projeto, memorial, registros de manutenção, fichas de equipamentos e inspeções anteriores.
- Inspeção visual e funcional: torres, plataformas, ancoragens, cabos de aço, terminais, polias, freios, linhas de vida e equipamentos de proteção individual.
- Avaliação da operação: procedimentos de acesso, checagem de equipamentos, comunicação entre monitores e plano de resgate.
- Relatório técnico: não conformidades classificadas por gravidade, fotos, prazos sugeridos e recomendações de manutenção.
- Acompanhamento: verificação das correções e apoio na rotina de inspeções diárias e periódicas da equipe.
Normas de referência
A inspeção considera as normas técnicas do turismo de aventura em vigor, entre elas a ABNT NBR 15508-1 e a ABNT NBR 15508-2 (parques de arvorismo: instalações físicas e operação), a ABNT NBR 15501 e a ABNT NBR 15502 (técnicas verticais) e a ABNT NBR ISO 21101 (sistema de gestão da segurança). Veja a lista completa no catálogo de normas.
Por que documentar a manutenção
Em caso de incidente, a primeira pergunta da fiscalização, da seguradora e do Judiciário é: onde estão os registros? Um plano de manutenção com histórico de inspeções mostra que a empresa agiu com diligência, reduz o risco de interdição e ajuda a planejar a troca de cabos e equipamentos antes do fim da vida útil.
Quer saber como está o seu parque? Faça o diagnóstico gratuito de inspeção e manutenção e use o checklist de equipamentos na rotina da equipe.
Perguntas frequentes
Com que frequência a tirolesa e o arvorismo devem ser inspecionados?
Além da checagem diária feita pela equipe antes da operação, recomendamos inspeções periódicas documentadas e uma inspeção técnica completa ao menos uma vez por ano, ou sempre que houver evento extremo, alteração na estrutura ou incidente. A periodicidade final depende do projeto, do fabricante e da intensidade de uso.
Quem pode fazer a inspeção técnica?
A inspeção técnica deve ser feita por profissional legalmente habilitado, com conhecimento das normas do turismo de aventura. Na PDCA, ela é conduzida por engenheiro registrado no CREA.
O que recebo ao final da inspeção?
Um relatório técnico com fotos, não conformidades classificadas por gravidade, recomendações e prazos sugeridos, que serve de evidência para o sistema de gestão da segurança e para a fiscalização.
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